segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Noite, memórias mortas

Estou aqui,
Na escuridão da noite,
Esperando quem sabe,
A noite eterna...
Nada mais faz sentido,
Memórias mortas!
Tudo transformado em pó,
Imutável...
E nesse momento só,
O improvável...
Flores mortas que se juntam,
Num vestido fúnebre,
Negro como a noite,
Dançam,
Uma melodia lúgubre...
Liberdade!
Sem ferida...
Sem atadura,
Dessa existência,
Perdida e dura!
Sei que não verei mais o dia,
Esquecida do que vivi,
Não estarei mais amanhã aqui!
Noite,
Escura, de memorias mortas!!!

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